Património - Imóveis de Interesse Público
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Casa da Costa
Lugar: Costa Freguesia: Geraz do Minho Cronologia: Séc. XVII/ XVIII Tipologia: Arquitectura Civil / Habitação Privada Descrição: A casa da Costa, integra-se num conjunto rural isolado. É uma casa de composição simples, constituída por dois pisos, em forma de “U”, onde sobressai o seu belo portal. O vão da porta , com arco em ogiva, é encimado por brasão de armas de Francisco da Costa (1571), Senhor da Quinta da Costa, fidalgo da casa Real. Ao logo dos tempos, a casa da Costa sofreu sucessivos aumentos de volumes, a que correspondem épocas distintas, mas mantendo o conjunto sempre a sua uniformidade. Grau: Imóvel de Interesse Público Decreto: Dec. n.º 28/82, DR 47 de 26 de Fevereiro 1982

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Castro de Lanhoso
Lugar: Monte de Lanhoso / Monte do Pilar Freguesia: N. Sra. Amparo Cronologia: Calcolítico / Bronze Inicial / Idade do Ferro / Época Romana Tipologia: Povoado Fortificado pré e proto-histórico romanizado Descrição: Povoado fortificado pré e proto-histórico romanizado, com vestígios de ocupação humana do Calcolítico à Romanização. Este arqueosítio foi objecto de trabalhos arqueológicos esporádicos ao longo do séc. XX. A análise do espólio das escavações realizadas, na encosta Este do povoado, por Carlos Teixeira, nos anos 30 e por K. Petruso, em 1982, permitiram detectar vários momentos de ocupação humana anteriores à romanização. Os vestígios mais antigos, que foram encontrados no local, indicam uma ocupação atribuível ao Calcolítico (final do IV e início do III milénio a.C.). À ocupação da Idade do Bronze (II – I milénio a.C.), correspondem achados de cerâmica, em alguns casos decorada, discos cerâmicos e um punhal triangular de bronze. Da Idade do Ferro identificam-se três torques em ouro e um capacete de bronze. Desta fase de ocupação encontram-se ainda algumas contas de colar e, um conjunto significativo de cossoiros. Alguns destes achados encontram-se em exposição no Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso. Em 2001 a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, para além da limpeza das estruturas, procede à edificação de um núcleo formado por três cabanas que procuram representar, o mais fielmente possível, as características próprias das habitações castrejas. A par desta edificação, o visitante pode usufruir de um percurso interpretativo sobre o Castro de Lanhoso e a cultura Castreja. Grau: Imóvel de Interesse Público Decreto: Dec. n.º 37 077, DG 228 de 29 de Setembro 1948

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Hospital António Lopes
Lugar: Avenida dos Bombeiros Voluntários Freguesia: Nossa Senhora do Amparo / Póvoa de Lanhoso Cronologia: Séc. XX Tipologia: Arquitectura Civil / Hospital Descrição: Edifício do início do séc. XX (1914-1917) da autoria do Arquitecto João Moura Coutinho, mandado edificar pelo ilustre benemérito António Ferreira Lopes. Contudo a classificação deste imóvel apenas diz respeito à sua portaria, um amplo vestíbulo de planta rectangular, com mosaicos no pavimento, pinturas no tecto, e revestimento azulejar com painéis descritivos da vida local, cujo ecletismo reflecte bem o gosto da época. Cada uma das cenas contém documentação etnográfica, rigorosa pela sua execução realista. Os Azulejos têm a autoria de Jorge Colaço. Grau: Imóvel de Interesse Público Decreto: Dec. n.º 8/83, DR 19 de 24 de Janeiro de 1983

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Igreja S. João Baptista de Rei
Lugar: Igreja Freguesia: S. João De Rei Cronologia: Provavelmente Século XVIII Tipologia: Arquitectura Religiosa / Igreja Descrição: Igreja dedicada a S. João Baptista. Caracteriza-se por ser uma igreja com desenvolvimento linear, constituída por nave única, capela-mor e sacristia. O seu interior apresenta coro-alto, púlpito com base em granito e balaustrada de madeira, e altares laterais abertos por arcos de volta perfeita, em cantaria, com retábulos. O arco triunfal, de volta perfeita, em cantaria, articula a nave e a capela-mor, onde se destaca o belíssimo retábulo, de talha dourada, de estilo nacional, do primeiro quartel do século XVIII. São poucas as referências conhecidas relativas a esta imponente obra, que ocupa a parede testeira da capela-mor. Grau: Imóvel de Interesse Público Decreto: Dec. n.º 28/82, DR 47 de 26 de Fevereiro 1982

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Pelourinho de Moure
Lugar: Souto Freguesia: Moure Cronologia: Provavelmente Século XVI Tipologia: Arquitectura Civil / Pelourinho Descrição: Implantados em espaço público, símbolos do municipalismo português, os pelourinhos são marcos histórico-culturais associados à concessão de cartas de foral ou administração da autoridade régia. O Pelourinho de Moure, de arquitectura manuelina, terá sido edificado no século XVI, caracterizando-se pela base quadrangular, assente num afloramento granítico com coluna, ligeiramente inclinada, de fuste prismático oitavado, com remate em bola. Grau: Imóvel de Interesse Público Decreto: Dec. n.º 23 122, DG 231 de 11 de Outubro 1933

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