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Se é vítima de Violência Doméstica ou conhece alguém que esteja a ser vítima de Violência Doméstica ligue a qualquer hora:

961 586 244

Para atendimento permanente e sigiloso, acompanhamento e informação às vítimas de Violência Doméstica

O Serviço para a Promoção da Igualdade de Género (SIGO) é o serviço de atendimento, acompanhamento e informação às vítimas de violência doméstica e de género. É um serviço pioneiro no país, devido às suas características e recursos, sendo já um exemplo no estrangeiro, onde é replicado. Encontra-se ao dispor de homens e de mulheres residentes no concelho da Póvoa de Lanhoso, sendo o atendimento, individualizado e sigiloso, efetuado na Rua 25 de Abril, na Vila, junto ao pavilhão gimnodesportivo e ao Banco de Voluntariado ou Gabinete de Inserção Profissional.

 No SIGO, o atendimento é personalizado e o sigilo é absolutamente assegurado. Existimos para atender, aconselhar, orientar e auxiliar!

Horário de atendimento do SIGO:
Segunda a Sexta-feira das 9h00 às 18h00

Linha de atendimento:

Os munícipes podem ainda contar com o número concelhio de atendimento permanente à vítima de Violência Doméstica: 961 586 244

Como surgiu o SIGO

A Autarquia da Póvoa de Lanhoso procedeu a um trabalho de investigação com o propósito de averiguar de que forma poderia auxiliar as vítimas e os casais bem como os/as filhos/as que se encontram em contato direto com a violência conjugal; e quais as respostas e os serviços que poderão minimizar a situação bem como as suas consequências. Apesar de o serviço se focar essencialmente na violência doméstica ao nível conjugal, não estarão excluídos os serviços a prestar e as respostas a serem dadas a quaisquer outros elementos da família, independentemente da situação, género, orientação, parentesco, raça, etnia, idade ou credo.

Apoios e Parcerias

O apoio é prestado em diversas dimensões, nomeadamente ao nível económico, alimentar, de vestuário, informação jurídica e legislativa, formação parental, economia doméstica, apoio e acompanhamento psicológico e ainda, pontualmente, ao nível da mediação familiar.

O SIGO conta com um leque de entidades parceiras que dão o seu próprio contributo e que tornam possível colmatar as necessidades sentidas até ao momento. Este serviço, devido às suas características inovadoras e únicas no momento em que foi lançado, serviu de exemplo ao nível nacional, mas também no estrangeiro, nomeadamente em Espanha. É um serviço abrangente, todavia, devido às parcerias criadas é desenvolvido sem custos acrescidos para a Autarquia e para as próprias entidades parceiras, tendo sido também por esse motivo merecedor de reconhecimento público.

Números da Violência

A realidade nos mostra que os casos de violência aumentam ou, pelo menos, aumenta a sua denúncia, fruto das inegáveis conquistas feitas em diferentes áreas.

Entre Junho e Dezembro de 2011, recorreram ao SIGO 33 pessoas de ambos os sexos, sendo a violência em contexto conjugal e contra os/as idosos/as a mais patente e estes/as quem mais acompanhamento tiveram por parte deste serviço. Foram de vária ordem os serviços proporcionados a estas pessoas, desde o atendimento em situação de emergência e risco de vida para a vítima até ao encaminhamento para Casas Abrigo.

Portugal tem vindo a definir um percurso integrado e sistemático no combate à violência doméstica, concretizado através da adoção e implementação de Planos Nacionais contra a Violência Doméstica com o objetivo de consolidação de políticas de prevenção e combate à violência doméstica, promovendo uma cultura para a cidadania e para a igualdade, realizando campanhas de informação e de formação, apoio e acolhimento das vítimas numa lógica de reinserção e autonomia. A Lei que instituiu a violência doméstica como crime público foi um primeiro passo e há que aprofundá-lo. O facto de ser crime público confere a todos os cidadãos e cidadãs o dever de denunciar qualquer ato de violência doméstico que tenha conhecimento, porém, pode fazê-lo de forma anónima.

Em 2010, a violência doméstica foi o 3º crime mais participado em Portugal e o 1º tipo de crime na tipologia de crimes cometidos contra as pessoas, representando 7,3 por cento do total das participações.

A violência doméstica é, em Portugal, um problema que persiste e tem vindo a aumentar. São dados oficiais que nos dão conta deste fenómeno crescente, nomeadamente o relatório anual sobre a violência doméstica recentemente divulgada pela DGAI. A Organização Mundial da Saúde considerou a violência doméstica como um problema de saúde pública.

Para abrandar a ocorrência deste fenómeno é imperativo desocultar o fenómeno da violência promovendo a formação de uma sociedade de direito. É também um dever de cidadania e responsabilidade social criar mecanismos de apoio, formação, informação e acompanhamento às vítimas, sensibilização à população, crianças e jovens, formando técnicos e atores sociais envolvidos no processo de apoio à vítima bem como proceder a ações de sensibilização, consciencialização e informação ao/à agressor/a.

Deverá ser no seu seio da família, como base que é da sociedade, que a educação das gerações vindouras começa e aí se formam personalidades. Então, será necessário tudo fazer para que seja um lugar de afetos e equilíbrio, local onde também a igualdade de géneros se verifique. Por conseguinte, apresenta-se cada vez mais como sendo uma responsabilidade social a criação de mecanismos que promovam esta igualdade e se crie um ambiente isento de violência.

O SIGO é um serviço da divisão dos serviços de ação social e saúde da Autarquia da Póvoa de Lanhoso e foi criado a pensar nas vítimas de Violência Doméstica.

Conte sempre com o SIGO!…

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